O substrato do que vivenciamos hoje vem acrescido de nossas falhas dignas para o aprimoramento...
De quem? e Para que? são questões que passamos a nos descrever com prioridade.
Entre o ser e estar
Permaneço (permeio) ou fico em uma relação em que a ética arranha as situações mais e aparentemente simples?
A condução dos eventos cabe ao nosso entendimento da necessidade individual? Cabe a manipulação mútua e dos sentimentos alheios? De onde vem a ideia de estarmos disponíveis tempo e espaço para o outro?
Julguemos nossas atitudes com a coerência ou não. Com o que nos moldou anos de vida e por mais que queiramos e já podemos viver sem vários limites, ainda há. Não só as linhas que circundam as relações paralelas a esta, mesmo sendo anteriores, para este questionamento são as "outras".
Mas por um lado há dignidade e liberdade conquistada com alto preço. Por outro há ganhos secundários não condenáveis, ou necessários a manutenção de círculos de realidade ou de produtos oriundos de histórias inacabadas. Além dos medos inconscientes estabelecidos por um sistema em que amor não combina com prosperidade. Inconsequente?
Não, é a resposta que quero. Como par em busca um do outro no encontro, no acaso, poesia, melodia de viver. Construindo uma história para que a vida cada um sustente.
E cada um em seu caminho tecendo o agasalho para quem vem, para quem nos segue, contaminando com amor e dignidade.
Liberdade devia ser o tempero de todo amor.